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E aí, eu vou criar um blog…
Não sei se foi assim que as pessoas que eu acompanho pela internet decidiram que iriam escrever em um blog, pra todo mundo que tiver algum interesse no que passa na sua cabeça ter acesso a um pouquinho de sua cachola, mas foi assim comigo.
Na verdade, desde que eu fiquei grávida, quer dizer, mesmo antes até, já que meu caminho rumo à maternidade não foi assim tão fácil, eu tive vontade de sentar e registrar as coisas que passavam na minha mente (um dia eu conto meu caminho nesse sentido e como a internet também me ajudou).
Mas depois que eu virei mãe, muita coisa mudou nesse sentido… Algumas para o bem, tipo, eu fiquei MUITO mais vaidosa, passei a me preocupar mais com alimentação, cuidados com a pele, cabelo, saúde… E pelo lado ruim, achei que tenho estudado BEM menos do que eu estudava antes na minha profissão. Sinto falta de fazer mais cursos, mas ao mesmo tempo, esse disgramado desse TEMPO nos leva a optar por algumas coisas, que são nada mais nada menos do que as prioridades de cada um… E priorizei os primeiros anos da minha filha.
A vontade de escrever aumentou porque muitas amigas minhas me falaram que eu tirei a maternidade de letra. Sabe aquele dito popular que o segundo filho deveria vir antes porque a mãe já está muito mais relaxada… Pois é, Malu veio no clima de segunda filha (apesar de ser minha primogênita e única herdeira, já que os felinos não estão no testamento).
Lógico que pra quem vem te visitar e olha sua vida no Instagram e Facebook, tudo parece lindo e fácil. Mas existem dificuldades, que são apenas pedregulhos na delicia que é construir uma família.
Se minha experiência como mãe tem sido tranqüila e feliz, tenho uma explicação lógica pra isso:
1. Fui praticamente a ultima das minhas amigas a ser mãe, ou seja, pude ver os erros e acertos de cada uma e tirar minhas próprias conclusões do que eu queria pra minha família;
2. Meu marido é um anjo e me ajuda MUITO com nossa filha, e isso, meu povo, já é metade do caminho para a tranqüilidade de uma mulher no pós-parto;
3. Tenho sogra, mãe, duas funcionárias pau pra toda obra e amigas que se disponibilizam a me ajudar, e NÃO tenho a síndrome de querer fazer tudo sozinha que algumas mães, principalmente de primeira viagem, teimam em ter;
4. Procuro ouvir a experiência de amigos que moram fora do Brasil e lá criam seus filhos, sem babás e empregadas, que me passam idéias e informações que deixam a vida mais prática e, na minha opinião, deixam as crianças mais independentes;
5. E por fim, tento incluir minha filha em tudo o que eu faço e que sei que vai ser legal pra ela, sem esquecer que tenho que ser também esposa, profissional e amiga, para que ela tenha em mim um exemplo, e dos bons, é lógico.
Por isso, o que espero com este blog é trocar uma idéia com outras mães, pais, mulheres, filhas, filhos, todo mundo que puder e quiser ajudar. De antemão digo que sou humana, mulher, contraditória, histérica (ainda bem que vocês não podem me ouvir porque quem me conhece sabe que falo alto pra caramba…), mas é nos erros e acertos que vamos construindo a caminhada.
E espero que seja uma trilha longa…
Lika

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