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Filmes assistidos em Julho

Galera, apesar da freqüência menor aos cinemas esse mês, deu pra dar uma fugidinha com meu amor e checar esses filminhos. Esse mês não vou fazer ranking, na verdade os filmes que vi foram no geral bobos, mas vou dizer o que mais gostei, certo?

Truque de Mestre

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Tratando sobre os bastidores do mundo dos mágicos, o filme tem uma pegada meio de mistério, onde aparentemente 4 grandes mágicos são reunidos por uma quinta pessoa misteriosa com o intuito de armar um grande golpe. A trama é bobinha, mas mesmo assim entretém o espectador. Eu, particularmente, em matéria de filme sobre mágicos, acho que nenhum vai superar O Grande Truque (2006) com Christian Bale e Hugh Jackman dando um show de interpretação, e esse sim com um final excepcional. Mas mesmo assim, se você for só para se divertir, sem esperar grandes interpretações (apesar de excelentes atores!), grande trama, gran finale, vale seu dindidn.

O Homem de Aço

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Vou dizer um motivo importantíssimo pra o mulheril não perder esse filme: Henry Cavill

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Agora, falando sério, o filme é bem legal na primeira hora, onde o diretor intercala o tempo atual com as lembranças de Clark sobre a sua origem, seus conflitos com os pais adotivos (Kevin Coster e Diane Lane- adoro ela!), e situando os mais leigos (como eu) sobre a saga de Cal El de Kripton até a Terra. Mas da segunda hora em diante (o filme dura 143 minutos, achei longo), começa a pancadaria, e aí entram os efeitos especiais num mix de Matrix e A Origem, misturados com a atuação de Amy Adams (eterna Encantada), que eu e Neto (e ele tem embasamento nerd suficiente) achamos uma péssima Louis Lane.
Mas no geral, e com um colírio desses, o filme é muito assistível. Só senti falta de um coisa: da kriptonita!
Hahahhahah

O Cavaleiro Solitário

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Assisti esse filme por causa de Johnny Depp, meu querido e eterno Jack Sparrow, mas acho que foi justamente o pirata que fez o filme ficar meio chato… Parece que o tempo todo a gente vê o pirata na roupa do índio Tonto, como se Depp tivesse ficado preso ao personagem.
Acho que Depp vai ter que encenar um dramalhão pra se livrar da carga de um personagem tão carismático como o Pirata do Caribe.
“Colby, Texas, 1869. John Reid (Armie Hammer) é um advogado que acaba de retornar à sua cidade-natal, onde vive seu irmão Dan (James Badge Dale), a cunhada Rebecca (Ruth Wilson) e o sobrinho Danny (Bryant Prince). John está disposto a cumprir a justiça ao pé da letra, levando os criminosos ao tribunal, apesar da resistência local. Ao acompanhar o irmão e outros Texas Rangers em uma patrulha pelo deserto, o grupo é atacado pelos capangas de Butch Cavendish (William Fichtner), um bandido que tem a fama de comer carne humana. Todos são assassinados, com exceção de John, que fica à beira da morte. O índio Tonto (Johnny Depp) o encontra e, ao perceber que um cavalo branco escolhe John, passa a ajudá-lo. Tonto acredita que John foi escolhido por um mensageiro espiritual e que, como voltou da morte, não pode mais ser morto. A partir de então John passa a usar uma máscara e, ao lado de Tonto, faz de tudo para reencontrar Cavendish.” Resumão do Adoro Cinema
A parte mais legal do filme fica pro final, quando a música que regeu a série embala uma seqüência de ação em um trem super engraçada, mas assim como O Homem de Aço, achei o filme longo demais (149 min).

Wolverine Imortal

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Esse foi outro da serie filmes que assisto por amor… Aliás, esse mês Neto ficou me devendo… Mas, enfim, além do abdômen sarado de Hugh Jackman, falei aqui nesse post que prestei muita atenção nas referências fashion do filme, além de cenas de muita ação em Tokio (ainda vou nesse lugar!)
Meu marido, que adora os gibis do herói, falou que esse filme foi bem fiel ao estilo dos quadrinhos (amo meu nerd!), e eu até que gostei, talvez por não ser tão longo quanto os dois acima (apenas 126min).

Brinquedo Proibido (1952)

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Apesar do filme antigo, foi a primeira vez que o assisti na sala de cinema da UFBa, participando do projeto Infância em Cena, que contei aqui como foi.
Foi o filme que mais gostei este mês, porque na verdade, foi o que me acrescentou alguma coisa.
Abordando a forma como duas crianças encaram a sobrevivência à II Guerra Mundial, o filme mostra como Paulette e Michel apóiam-se um no outro para passar por todas as suas angustias e carências…
Me remeteu muito a um dos meus filmes prediletos: O Império do Sol (1987), filme lindo, que apesar de longo (152min), te presenteia com uma história, música, fotografia lindíssimas, que você nem percebe o passar do tempo. Me remeteu porque, como Paulette, Jim perde-se da família ao pegar um brinquedo (a tragédia de Paulette é causada por um cachorrinho), e assim como Michel, Jim tem suas próprias explicações para as amarguras da guerra. Nunca vou esquecer o menino achando que o clarão causado pela bomba em Hiroshima pareceu para ele como a alma de sua “mãe adotiva” indo pro céu… Na verdade, as semelhanças entre os filmes acabam por aí, de crianças que passam pela guerra, mas mesmo assim, se você não viu nenhum dos dois, assista que não vai se arrepender.

Espero conseguir assistir mais coisa boa em agosto, né?
Beijos pra todo mundo, Lika.

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