Logo Blog Mamãe Vai Fazer

Os 50 Tons de Cinza e eu…

20130801-074649.jpg

Há alguns dias atras, escrevi aqui sobre como a minha vida conjugal (na verdade sexual) tinha ficado meio sem graça nos primeiros meses após parir. Na verdade, o que ninguém fala pra as mães é que a queda da libido, juntamente com o cansaço, deixam a gente realmente mais preguiçosa para o sexo depois dos filhos.
Quando eu tive Maria Luiza, o livro 50 Tons de Cinza tinha acabado de entrar para a lista dos mais vendidos aqui no Brasil. Na época, eu só lia coisas educativas para mães, tipo, livros que davam dicas sobre maternidade, educação e afins. Como me encontrava no estado descrito acima, de pouco tesão, e todo mundo só falava da comoção entre as mães suburbanas dos EUA com o livro, achei que poderia ser educativo para mim também, e pedi de aniversário. Meus cunhas (beijo Bei e Ico) me deram os dois primeiros da trilogia.
Já li muito na vida, e de 5 anos pra cá tenho lido BEM menos do que gostaria, portanto, minha análise do livro será rasa, como uma dona de casa suburbana o faria, ok?
Eu ADOREI o livro. Ele realmente deu uma animada na minha vida com o maridão, a ponto dele me dar a versão tablet do terceiro livro, que na época ainda não havia sido lançado no Brasil.
Vou dizer que o livro é bem escrito, que a autora foi super criativa? Com certeza não! Na verdade, buscando sobre o sucesso da trilogia, li que a autora, E L James, uma inglesa, mãe de dois filhos, era fã da saga Crepúsculo, e se inspirou nela para escrever uma “versão” adulta do romance entre Bella e Edward. Ela escrevia no tablet,mno metrô de volta pra casa. Os personagens são parecidíssimos, sendo que, se no primeiro o que impediria o amor seria a sede de sangue do vampiro, na versão de James, Anastasia ficaria seduzida pelas estranhas taras “Sado-Masô” de Christian Grey. Pra ser sincera, nem li os livros da saga Crepúsculo, conheço pelos filmes que assisti, e achei inclusive fraquíssimos. Mas os 50 Tons conseguiram prender minha atenção, talvez pelo momento em que eu os li.
As feministas podem se debater, que o livro mostra uma mocinha virgem, que se encanta por um milionário lindo, que a mima com coisas caríssimas, mas gosta de dar uns tapinhas nas amantes. Mas se você já se coloca para ler o livro cheio de marra, vai achar mesmo uma merda. Eu li de coração aberto, como entretenimento puro e simples, e não conseguia parar de ler, e acho que se um livro te leva nesse caminho, com certeza há de ter seu mérito.
Portanto, mamães, se é pra dar um UP na relação, no meu caso valeu a pena. Inclusive, vou ler agora o outro sucesso de vendas na mesma linha (pornô pop?), Toda Sua, de Sylvia Day, primeiro de, também, uma trilogia, Crossfire, que dizem que é melhor que 50 Tons… No momento tô querendo literatura rápida, fácil e animada, porque a vida já tá muito tensa!

.

20130801-074730.jpg

Depois posso contar o que achei…
Beijos, Lika.

Nuvém de Tags
alegria amamentação Amizade amor avião babá Beleza birra blog Brasil brincadeiras Cabelo campanha cesárea chupeta cinema criança culpa cultura dica dicas emoção escola Família farra Filhos Filme fim de semana gravidez infância Irmãos Lazer Libido livros maquiagem música parto passeio pele programação saudade saúde solidariedade Sono teatro