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Mamães com a mão na massa: empreender é criar

Maternidade universal

Gente, estou passando hoje por aqui com um delay de tempo demais afastada até das redes sociais do blog por conta de estar há 1 semana sem a minha ajuda diária de funcionária em casa, já que nossa Ritinha estava afastada acompanhando sua mãe que está muito doente.

Dito isto, já antecipo um próximo post para a gente refletir em como muitas de nós (eu super inclusa) nos tornamos dependentes de uma terceira pessoa nos cuidados com nossos filhos e como essas pessoas são importantes e devem ser valorizadas pelas famílias.

Esse post também se dividirá em dois, já que eu quero falar aqui de duas mães muito queridas a mim, ambas mães de meninas únicas, que as criam sem o auxilio de babás e afins, e que dividem essas dores e sabores doces em suas redes sociais. Uma delas empreende nos presenteando com um clube de vantagens e a outra vai nos presentear com um livro nos contando como foi para ela esse presente que é a maternidade.

Vou começar pela última, não por nada pessoal, mas por seu projeto ter prazo, assim sendo, sei que cada uma que ler esse post vai passar lá no link dela, se não para ajudá-la, talvez para conhecê-la. E minha outra amiga querida (e agora parceira) vocês vão saber de tudo no próximo post.

Então, vou falar com vocês sobre Nardele Gomes. Muitos de vocês podem conhecê-la como a jornalista dedicada da Radio Metrópole, mas eu conheço Nardele como a irmã caçula de Railene, uma querida que tive o prazer de conhecer na Escola Técnica Federal da Bahia, onde apesar de nunca termos sido colegas (cursávamos disciplinas diferentes), sempre tivemos uma certa afinidade, amigos em comum, e esse sentimento nos levou até hoje a mantermos um doce contato, ainda que ela tenha ido morar na França, onde formou uma linda família com dois francesinhos lindos.

Sobre  Nardele, acompanhava seus textos em seu blog Agora Mesmo antes mesmo dela ser mãe. Como não sou jornalista (pra quem não sabe, apesar de gostar MUITO de escrever pensamentos, sou dentista), sempre me encantei com  a sua delicadeza com as palavras. E minha identificação com ela passa por muitos de nossos sentimentos serem bem parecidos: Nardele foi uma tia coruja antes de ser mãe (eu também), compartilha de sentimentos que, se o mundo for melhor pra todo mundo, vai ser melhor para nossos filhos (só quem é doido não pensa assim), e pra arrematar, foi mãe de sua Maria Cecília com a diferença exata de 1 mês para a minha Belinha.

Nardele Gomes

Ja trocamos muitas idéias sobre a criação de nossas pequenas, acompanhamos as semelhanças e diferenças entre a sagitariana Bela e a capricorniana Ciça, mas aí, Nardele, com a ajuda de amigos queridos, resolveu colocar tudo isso no papel.

Eu pensei que pra escrever um livro precisava ter agente e editor (tipo a gente vê nos filmes…), mas ela me ensinou que você pode fazer um financiamento coletivo, contando com a ajuda de quem aposta na sua idéia, e que quer ver com você, o seu livro no papel. Me deu uma alegria e invejinha, e já penso em um dia arrumar os meus pensamentos pra fazer igual a ela e deixar para a posteridade as memórias que passam em minha mente cansada.

Mas vamos então saber como que a gente faz pra ajudar essa mãe igual a gente que colocou no papel (da maneira mais linda e poética) como foi vivenciar a maternidade no seu antes e durante? É muito simples:

Você entra no site Vou Te Contar Como Foi Pra Mim e escolhe a forma como quer ajudar. O legal é que você consegue apoiar esse projeto a partir de 15 reais (isso mesmo R$15,00). Eu vou apoiar já garantindo o meu livro, e já aguardo a sessão de autógrafos onde registrarei esse momento lindo, junto com Bela, Ciça e Malu, que é fã da tia que fala na rádio, e agora vai virar fã da tia escritora.

Vou Te Contar Como Foi Pra Mim

Muito mais sucesso pra você, querida Nardele. Você vai longe.

No próximo post vou falar com vocês sobre a mamãe Teca, do Club Pinguinho .

Beijocas, Lika.

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